quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Continua

Cantavas baixinho e em segredo no meu ouvido.
Deixas te me aqui e agora, sem armas, sem razão. . .
como de costume chovia e gritavas para sair da chuva, para parar de roer o casaco e para na dizer asneiras, para falar baixo e apenas ouvir.
Marquei o teu numero vezes sem conta, para passar mil e uma horas ao telemovel a dizer o que o coração mandava dizer. . .
Mas os sonhos nao tem numeros !


Uma imagem tem mais do que mil palavras :D )

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