(...) Mas no fundo, fui crescendo e olhando me aos espelhos e meditando de que a vida sem sorrir, é para mim uma questão de subrevivencia, um deserto imenso assustador, um vazio do tamanho do buraco negro. Porque antes de tudo e depois de tudo, está a nossa felicidade, somos nos que com os nossos passos vamos fazendo o nosso caminho no mundo, há quem nele corra demasiado depressa, nao sinta as coisas,e nao viva os momentos, e quem nele ande devagar e sinta tudo com a maior das forças, há quem se perca no caminho, e quem fique por uma paragem a espera de uma nova boleia, há quem deixe pedras por ele para um dia mais tarde voltar atrás, mas nem sempre o regresso possa ser o inicio, porque as vezes estamos num espelho r nao saimos mais dele*
(aula de português, trabalho de escrita, ou parte do trabalho que fiz :P)
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